6/11/2009
Say the chant Preposição 7
Songs
Hello! 6º ano
EXERCÍCIOS Alimentação em INGLÊS
carrots = _____________(15 p.) oranges = _____________(10 p.)
sandwiches = ___________(30 p.)
chips = ________________(5 p.)
bananas = ______________( 3 p.)
sausages = ______________(70 p. extra)
Soma a tua pontuação
Se acertaste todas,estudaste bem a lição
Se acertaste entre 3 e 4,estudaste mais ou menos a lição
Se acertaste entre 1 e 2,estudaste mal a lição
Se acertaste 0,estudaste imensamente mal a lição
Não vejam a lição atrás,se virem não tem pontos e são batoteiros :D
O que comes ao longo do dia?
6/10/2009
6º Lição e 7º Lição
Meal times
Our House
Caracteriticas dos animais
6/08/2009
Dicionário EDIÇÃO PALAVRAS AUTENTICAS II
The Animals 2º Capitulo
Olá! O inglês vem ai! 1º Lição
6/07/2009
Serras de Portugal e sua Altit.
Gerês ................................................. 1507 m
Marão ................................................ 1415 m
Peneda .............................................. 1372 m
Caramulo ........................................... 1071 m
S. Mamede ........................................ 1023 m
Caldeirão ............................................ 587 m
Sintra ................................................ 528 m
Arrábida ............................................. 501 m
Continente
Pico Ruivo ........................................... 1867 m
Madeira
Pico ................................................... 2351 m
Açores
Determinantes
Artigos Ind. e Def. como: um,uma,umas,uns,o,os,a.as
desmonstrativos-tal,tais,aquele,aquela,aqueles,aqueles,o outro,os outros,a outra,as outras
possessivos-meu,minha,meus,minhas,sua,suas,seus,seu,tua,teu,tuas,teus.
Adjectivos
Tenhos graus para classificar os adjectivos
Grau normal-bonito
Grau comparativo de igualdade- tão bonito como
Grau comparativo de superioridade- mais bonito do que
Grau comparativo de inferioridade- menos bonito do que
Grau superlativo relativo de inferioridade- o menos bonito
Grau superlativo relativo de superioridade- o mais bonito
Grau superlativo absoluto analitico- muito bonito
Grau superlativo absoluto sintético- bonitissimo
Grau dos nomes
Familia de Palavras
lição especial
Habitat - o que é?
Informação retirada do livro O Mistério da Vida - 5.º Ano, Texto Editores
Todas as formas de vida ocupam no seu meio um local que habitam e que lhes permite sobreviver. Observa a figura seguinte que representa o meio onde vive o lince ibérico e o modo como esta espécie ocupa o seu espaço próprio, de modo a sobreviver.A dimensão do habitat varia de espécie para espécie. O lince, por exemplo, tem um habitat amplo. Cada indivíduo ocupa um habitat com 3 a 5 km2.Na Serra da Malcata, o lince utiliza no seu habitat diferentes locais para realizar as suas actividades de sobrevivência.Nos matos baixos e abertos, que lhe permitem ver as presas, o lince caça.Nos medronhais onde arbustos de várias dimensões caracterizam o local, acasala.Nas partes florestais, como os azinhais, encontra os locais recolhidos - tocas - onde protege as suas crias.Protegido por rochas ou outros abrigos, entre o sossego dos arbustos dos matagais, escolhe os seus locais de refúgio.
Em caso do Dicionário prometido
Leite-Produto para beber vindo das vacas.
Milk-
Capitais
Espanha-Madrid
Alemanha-Berlim
Austria-Viena de Austria
Belgica-Bruxelas
Bulgaria-Sófia
Dinamarca-Copenhaga
Chipre-Nicósia
Estónia-Talin
Irlanda-Dublin
Eslovénia-Liubliana
Eslováquia-Bratislava
Hungria-Budapeste
Romenia-Bucareste
Rep. Checa-Praga
Paises Baixos-Amesterdão
Luxemburgo-Luxemburgo
Malta-La Valetta
França-Paris
Itália-Roma
Grécia-Atenas
Polónia-Varsóvia
Consulte o site a baixo referido para ver as previsões meteriologias

Consulte: www.meteo.pt
6/06/2009
Como se lê,como se escreve
B vê
C cê
D dê
E é
F efe
G guê
H agâ
I i
J jota
K capa
L ele
M êm
N ene
O ó
P p
Q que de quáquá
R ere
S ese
T te
U ú
V veê
W Duplo vê ou Dabliu
X xiz
Y egrego ou ipslon
Z zê
Abreviaçôes
Por exemplo:
Sporting Club Portugal Futebol Clube do Porto
S.C.P F.C.P
3/08/2009
Dias ,Horas,minutos,segundos,milésimas-de-segundos.
Um ano tem 12 meses, ou seja, 365 dias (366 nos anos bissextos - ocorrem de quatro em quatro anos - vê o que se diz de Fevereiro).Cada mês divide-se em dias.Há meses com 30 dias (Abril, Junho, Setembro e Novembro).Há meses com 31 dias (Janeiro, Março, Maio, Julho, Agosto, Outubro e Dezembro).Fevereiro tem 28 dias, passando a ter 29 dias nos anos bissextos.Cada dia divide-se em 24 horas.Cada hora tem 60 minutos.Cada minuto tem 60 segundos.Assim:
1 ano = 12 meses
1 mês no caso de Fevereiro=28 dias se for ano comum,nos anos bixestos o mês de Fevereiro tem 29 dias
1 mês no caso de Janeiro,Março,Maio,Julho,Agosto,Outubro e Dezembro=31 dias
1 mês no caso de Abril,Junho,Setembro e Novembro=30 dias
1 ano = 365 dias ou 366 no caso de ser bixesto
1 dia = 24 horas
1 hora = 60 minutos
1 minuto= 60 segundos
Matemática lição nº 6,lição n 7
Matemática lição nº 5
Na divisão de números decimais, faz-se a operação como se os números fossem inteiros.
Em seguida, marcam-se no quociente tantas ordens decimais quantas forem as do dividendo menos as do divisor.
No resto, marcam-se tantas ordens como as do dividendo.
Caso o dividendo tenha menos ordens decimais do que o divisor, acrescentam-se ao dividendo os zeros necessários para que fique com o mesmo número de ordens decimais que o divisor.
Matemática lição nº 4

Numeração Romana
Númeração romana Tal como na fala, a Matemática tem a sua própria linguagem, que são os números. Tal como existem vários tipos de alfabetos, também existem vários sistemas de numeração.
O sistema romano tem uma coisa muito diferente do sistema de numeração que normalmente utilizamos: não usa números.Os romanos usavam sete letras para escrever os números e cada letra tinha um valor.

Repara no Quadro:Matemática lição nº 3

Matemática lição nº 2
Matemática lição nº 1
A soma é o resultado da operação chamada adição.
Para fazer uma adição é preciso somar várias parcelas, cujo resultado é a soma. Vê o exemplo:
3 + 2 = 5
Acordo Ortográfico 2009
O bebé é muito interresante e activo.O tecto é alto.O objecto é duro.O olfacto é uma coisa bastante boa.O José actou o Manuel.A página está a actualizar.O fertilizante activou-se.Os pais são os afectivos da Raquel.O nome é colectivo.O José sofrer uma fractura.A mãe tem uma factura para pagar.Tu és óptimo.Este Julho está quente!A Luciana Abreu é actriz!O produto é anti-rugas.Eu já me baptizei.Já se accionou.Não têm um projector.O José está a coleccionar cromos.O Outono acabou.Começou o Março.Diz os nomes das estações!Janeiro,Fevereiro,Março,Abril,Maio,Junho,Julho,Agosto,Setembro,Outubro,Novembro,Dezembro
Acordo Ortográfico 2009
O bebé é muito interresante e ativo.O teto é alto.O objeto é duro.O olfato é uma coisa bastante boa.O José actou o Manuel.A página está a atualizar.O fertilizante ativou-se.Os pais são os afetivos da Raquel.O nome é coletivo.O José sofrer uma fratura.A mãe tem uma fatura para pagar.Tu és ótimo.Este julho está quente!A Luciana Abreu é atriz!O produto é antirrugas.Eu já me batizei.Já se acionou.Não têm um projetor.O José está a colecionar cromos.O outono acabou.Começou o março.Diz os nomes das estações!Janeiro,fevereiro,março,abril,maio,junho,julho,agosto,setembro,outubro,novembro,dezembro.
O urso com insónias
Tarefa:Depois reconta-a oralmente
História Do dia
Menina Gotinha d`água
Era uma vez
uma menina
chamada
Gotinha de Água.
A menina
Gotinha de Água
vivia
no mar sem fim.
E era linda,
tão linda,
vestida de esmeralda
e luar.
Ora no fundo,
ora nas vagas
coberta de espuma,
ela brincava
com suas irmãs.
Brincava
com os peixinhos,
dava-lhes beijinhos
e beliscões,
e fugia a rir
por entre as algas,
e jogava
às escondidas
com as anémonas,
que são as flores
de mil cores
que há no mar.
As vezes,
vinha até à praia
e beijava
as pernas
e os cabelos
dos meninos.
Depois,
a rir
e a cantar
ia de novo
para o mar,
lá para o largo
ver as baleias
e os navios.
E a menina
Gotinha de Água,
vestida
de esmeralda
e luar,
e tão pequenina,
a força que ela tinha
de mãos dadas
às suas irmãzinhas!
Todas juntas
eram o Mar.
Um dia,
a menina
Gotinha de Água,
vestida de esmeralda
e luar,
estava a dormir,
a sonhar
à flor
do mar.
Então,
o Sol
beijou-a
na face,
e logo ela
como se voasse
subiu no ar.
Como se sentia leve!
Subiu,
subiu,
subiu
até que se viu
numa nuvem
cor-de-rosa.
Sorriu
de contente,
olhou em volta
e viu milhões
de gotinhas como ela
boiarem no ar.
— Cá estou eu nas nuvens! —
disse a Gotinha de Água.
Então o Sol
de contente
sorriu também
e ao beijá-la
nos cabelos
acendeu no céu
as sete cores
do arco-íris:
vermelho
alaranjado
amarelo
verde
azul
anil
e violeta.
Era tão lindo!
Tempos depois
vieram os ventos
e disseram à nuvem:
— Vamos.
E começaram
a empurrar
aquela nuvem
e as outras nuvens
que boiavam
altas e rosadas
sobre o mar.
A princípio,
a gotinha
estremeceu
de medo.
Mas depois
gostou
da viagem.
E as nuvens
viajaram.
Eram como grandes
navios
de algodão em rama.
Andaram
assim
dias e dias
sobre o Mar.
Até que uma tarde,
estava o Sol
a espreitar,
muito vermelho,
lá tão longe
que parecia
quase atrás do Mar,
a menina
Gotinha de Água
viu que voavam
sobre a Terra.
Olha as praias
lá em baixo!
E casas!
E meninos
a brincar!
E estradas
e pontes
e automóveis
e comboios
a passar!
Depois
o vento parou.
A gotinha
estremeceu
quando viu
dum lado a outro
do céu
as nuvens escurecerem
como breu.
Olhava
para baixo e via
a terra seca,
os campos secos,
secas as fontes,
as flores
e as searas
murchas,
e os homens
tristes,
muito tristes
sem pão
para darem
aos meninos.
Então,
a menina
Gotinha de Água
que tinha
nascido no mar
e usava
um vestido de esmeralda
e luar,
pensou:
E se eu fosse
dar de beber
às flores,
aos campos,
se eu fosse
matar a sede
e a fome
aos homens
e aos meninos?
E disse
muito alto
às suas irmãzinhas
— Vamos.
E deixou-se cair.
Ia à frente
de milhões
de gotinhas
todas vestidas
de esmeralda
e luar
e sorriam,
cantavam
e assobiavam
enquanto caíam.
A menina
Gotinha de Água
pousou
mesmo na boca
duma flor
que sorrindo
feliz
lhe disse:
— Bendita!
Bendita sejas!
E logo
uma abelha,
que andava por ali
em busca de pólen
para fazer mel,
pousou numa pétala
da linda flor
e falou-lhe assim:
Bom dia, meu amor.
Queres tu dar-me
um pouquinho
do teu pólen
para os meus favos?
E a flor
de pétalas
de ouro
abertas
e cobertas
de gotinhas de água,
todas vestidas
de esmeralda
e luar,
só lhe disse:
— Leva o pólen
que quiseres
para o teu mel!
O Sol
brilhava agora
cheio de alegria
e sacudia
a luz
da sua imensa cabeleira
sobre o mundo.
E as searas
que estavam a morrer
de sede
encheram-se
de espigas
e as árvores
abriram no ar
os braços
carregados
de frutos
tão docinhos:
ameixas
figos
maçãs, pêras e uvas!
E os homens,
as mulheres
e os meninos
agradeciam
satisfeitos
à chuva que viera
livrá-los
da sede
e da fome.
— Obrigado!
Obrigado!
Então,
a menina
Gotinha de Água,
vestida de esmeralda
e luar,
desceu
aos caminhos
escondidos
da terra,
passou
entre as raízes
das plantas,
desceu
desceu
desceu sempre
até que chegou
a um palácio
maravilhoso
de cristal
e platina
que havia
no seio
da terra.
Quando acordou,
que saudades
sentiu
do Mar!
E disse:
— São horas, irmãzinhas.
E puseram-se
a caminhar
lá nos caminhos
do fundo
da Terra.
Caminharam.
Caminharam.
Até que um dia,
um pastorinho
que levava
as ovelhas
para o monte,
— quem no diria? —
viu que duma fraga
brotava
uma fonte.
— Que lindo! —
disse o pastorinho,
e com uma folha
de castanheiro
fez uma bica
por onde
a menina
Gotinha de Água
e suas irmãzinhas,
todas vestidas
de esmeralda
e luar,
saltaram
alegres
a cantar.
Era
um dia de sol
na Primavera,
trinavam
os passarinhos
nos seus violinos,
tocavam os grilos
e os grilões
nos seus rabecões,
assobiavam os melros
nos seus flautins
e os sapos,
os sapinhos
e os sapões,
à porta
das suas casotas,
estavam a ouvir
contada
pelo sapo Zé Manel
a história
dum menino
que foi poeta e pastor
da Primavera
e que era
muito amigo
dos sapos
e sapinhos
e sapões
e de todos
os que são
(como os sapos)
humildes mas têm
bom coração.
Duas rolas cantavam
ao desafio
trru-trruu
trru-trruu
no alto dum pinheiro,
e um pica-pau,
tau-tau
tau-tau-tau
brincava
de carpinteiro.
Satisfeitas
e felizes,
as cigarras
faziam versos
ao sol
e à alegria
de viver:
como é bom amar
olaré, olaré,
o que o Sol aquece
e sonhar, cantar
olaré, olaré,
o que nos apetece.
E até
a senhora
Dona Formiga
sempre atarefada
e consumida
com a sua vida,
pousou o fardo
tão pesado
que levava
e estava
feliz, esquecida
ao sol da manhã…
A menina
Gotinha de Água,
vestida de esmeralda
e luar,
olhou o pastorinho,
olhou as flores
e os bichinhos
do monte
e disse-lhes:
— Bom dia, amiguinhos!
E pôs-se a saltar
de pedra em pedra,
a correr,
a saltar,
a cantar
toda contente.
Atrás dela
vinham
suas irmãzinhas,
e todas vinham
muito contentes
e felizes.
E tanto correram,
tanto saltaram
que em breve,
eia!
estavam
no ribeiro
ao pé do moinho.
— Olá, senhor moleiro
— Bom dia, meninas.
E as gotinhas
de água,
vestidas de esmeralda
e luar,
puseram-se
a empurrar
com suas mãozinhas
a roda
do moinho,
e o moleiro
todo contente
dizia:
— Obrigado!
Obrigado!
E seguiram.
Saltavam
de penedo
em penedo,
corriam
a cantar
entre os peixinhos
e as enguias
esguias
do ribeiro.
Caminharam.
Caminharam.
Por entre montes,
no meio de vales,
de aldeia em aldeia.
E eis
chegaram um dia
à enorme represa,
àquela albufeira
ainda vazia.
E toca a enchê-la
enche que enche
que queriam vê-la
a transbordar.
Quantos dias passaram?
Estavam agora no topo
da alta barragem.
Então
a menina Gotinha de Água
disse às suas irmãzinhas:
— Meninas, vamos agora
pôr a girar o pião
da electricidade!
— Vamos! vamos lá!
E lançaram-se
a toda a velocidade
do alto da barragem.
E
todas vestidas de esmeralda
e luar
enquanto empurravam
com quanta força tinham
as pás da turbina
felizes cantavam:
Roda que roda
gira pião
roda turbina
na nossa mão
canta rodízio
o novo prodígio
bailemos de roda
gira dança pião
ai roda que roda
na nossa mão.
Depois
outros rios
se vieram juntar
tecendo os fios,
os caminhos
a caminho do Mar.
Até que um dia…
um dia
eia!
chegaram ao estuário
do grande rio.
Eram
agora
milhões
e milhões
de gotinhas
de água,
a correr,
a brincar,
a cantar
a caminho
do Mar.
E havia
barcos
no rio
e homens
a pescar
e pontes,
vilas
e cidades
debruçadas
nas margens
a vê-las passar.
Uma tarde,
a menina
Gotinha de Água
estremeceu
de amor.
Uma gaivota
roçou-lhe
de leve
com sua asa.
Era o Mar
que estava perto!
O rio
era cada vez
maior,
mais largo,
mais fundo.
E havia
já grandes navios
e uma grande cidade
cheia de casas
e de gente.
A menina
Gotinha de Água
pôs-se a correr
mais ligeira
e disse
às irmãzinhas:
— Vamos, meninas,
toca a andar
que estamos
a chegar
à nossa casa
no Mar!
E uma toninha
que subia
o rio
deu um salto
fora da água
e disse:
— Ora viva
quem é
tão linda!
O céu
estava cheio
de gaivotas
que brincavam
com o fumo
dos navios
e gritavam
alegremente
quando viam passar
vestida de esmeralda
e luar
a menina
Gotinha de Água:
— Ora viva!
Ora viva!
Então,
a linda menina
Gotinha de Água,
vestida de esmeralda
e luar,
viu
que chegara
finalmente
ao Mar.
E desatou
a cantar:
Eu sou
a menina
Gotinha de Água,
gotinha azul
do Mar
que foi
nuvem
no ar,
chuva
abençoada,
fonte
a cantar,
ribeiro
a saltar,
rio
a correr,
e que volta
à sua casa
no Mar
onde vai
descansar,
dormir
e sonhar
antes que
de novo
torne a ser
nuvem no ar,
chuva
abençoada,
fonte
a brotar,
ribeiro
a saltar,
rio
a correr
e Mar
uma vez mais.
Vou apresentar uma coisa girissima!...Que voces adorar!
O vosso amigo,
Daniel Pereira
Autor:Daniel Pereira
Menina Gotinha d`água
Autor:Ricardo Marinho
O Ciclo da Água na Natureza

Usamo-la para beber, para cozinhar, para regar as plantas, para muitos outros fins.
Apesar destes gastos, a água não acaba.
Devido ao calor do sol, a água dos mares, lagos e rios evapora-se; o valor da água eleva-se na atmosfera;
Por acção do frio, o vapor da água transforma-se em pequenas gotas que, ao juntarem-se, formam as nuvens;
Quando o frio aumenta, as nuvens tornam-se maiores e mais pesadas; quando a temperatura se modifica bruscamente, as nuvens caem sob a forma de chuva, neve e granizo;
Ao chegar de novo à terra, a água entra nos mares, lagos e rios, ou infiltra-se na terra, ... e aí fica de novo à disposição dos seres vivos para ser utilizada; esta evapora-se de novo para a atmosfera...
Os diferentes estados da água
Estado Líquido
À temperatura normal, a água apresenta-se no estado líquido:
- nos rios, nos mares, nos lagos;
- é nesse estado que a utilizamos para beber e para cozinhar os alimentos.
Estado Sólido
Se colocarmos uma vasilha com água num congelador, podemos observar que, passado algum tempo, a água se transformou em gelo, isto é, passou ao estado sólido.
- É com esta forma - de gelo e de neve - que a água se encontra nas regiões muito frias, quer nos mares, quer nos rios, quer nas montanhas.
Estado Gasoso
Se fervermos água numa panela, verificamos que dela sai vapor.
Se prolongarmos a fervura, isto é, passou ao estado gasoso.
É assim que se encontra no ar que respiramos.
3/06/2009
Geogra. Port.
Rio Minho
Rio Minho Rio luso-espanhol que serve de fronteira entre o norte de Portugal e a Galiza, de Melgaço até à foz, em Caminha. Nasce nos Montes Cantábricos, em Espanha, e o seu curso estende-se ao longo de cerca de 300 km.
Rio Lima
Rio que atravessa toda a região do Minho. Nasce em Espanha e desagua no Oceano Atlântico, junto a Viana do Castelo, depois de ter percorrido cerca de 130 km.
Rio Lima em Ponte da Barca
Rio Douro
Um dos maiores rios com 650 km de comprimento. Nasce em Espanha, na Serra de Urbião, e serve de fronteira desde Miranda do Douro até Barca de Alva. Desagua no Oceano Atlântico junto à cidade do Porto. Tem numerosos afluentes, e diversas barragens.
Vale do Douro onde
se produz o famoso vinho do Porto
Rio Mondego
O maior rio inteiramente português. Nasce na Serra da Estrela e desagua no Oceano Atlântico, junto à cidade da Figueira da Foz, após um percurso de 220 km.
Rio Mondego em Coimbra.
Rio Tejo
Estendendo-se ao longo de 900 km, é o maior rio da Península Ibérica. Nasce na Serra de Albarracim, em Espanha, e desagua no Oceano Atlântico, em largo estuário, alguns quilómetros adiante de Lisboa, em S. Julião da Barra.
Rio Tejo, Vale de Santarém
Portas do Rodão, Vila Velha de Rodão
Rio Sado
Rio que nasce na Serra do Caldeirão e desagua no Oceano Atlântico por um largo estuário, em frente da cidade de Setúbal, após um percurso de 135 quilómetros.
Estuário do Sado
Rio Guadiana
Nasce em Espanha e serve de fronteira com Portugal. Desagua em Vila Real de Santo António depois de ter percorrido 690 km. No seu leito está construída a barragem do Alqueva que criará o maior lago artificial da Europa e cuja água se destinará a abastecer e irrigar uma boa parte do Alentejo.
Alcoutim,Castro Marim, na margem
do rio Guadiana
Aproveitamento dos Rios
Armazenamento de água
Rega de plantações e pomares
Abastecimento de água às populações
Geografia de Porugal
Pico é a maior elevação de Portugal.
Localiza-se na ilha do Pico, no Arquipélago dos Açores.
Tem 2351 metros de altitude e possui belezas naturais e riqueza florestal famosa.
Serra da Estrela é a maior serra de Portugal Continental.
Durante o Inverno, encontra-se coberta de neve. Nas suas encostas pastam rebanhos de ovelhas que sustentam industrias lanifícios e lacticínios. Nela encontram-se as lagoas Escuras e Compridas.
Pico Ruivo é a maior elevação do Arquipélago da Madeira. Tem 1861 metros de altitude. Nele merecem destaque as nascentes e as belezas naturais. Serra do Geres localiza-se bem a norte de Portugal Continental. Tem cerca de 1507 metros de altitude. É famosa pelas suas águas termais, pelas suas nascentes, pela protecção de animais selvagens e pela sua densa vegetação.
Serra da Peneda eleva-se a cerca de 1416 metros de altitude. São de realçar as suas belezas naturais.
Serra do Marão mede cerca de 1415 metros de altitude. É conhecida pela sua riqueza florestal, belezas naturais, densa vegetação, existência de animais selvagens, nascentes e produção de energia eólica.
2/17/2009
Prévio Resumo da História de Portugal
Há uma unanimidade entre os historiadores quanto à questão da Conquista de Ceuta ser o início da expansão portuguesa. Foi uma praça conquistada com relativa facilidade, por uma expedição organizada por D. João I, em 1415.
O Infante D. Henrique é quem promove os Descobrimentos Portugueses.
Paralelamente há um outro projecto assinado como um projecto nacional - o norte de África. Este projecto era um projecto prestigiado pela coroa portuguesa, pois tratava-se de conquistar, de fazer guerra. Após a Conquista de Ceuta, segue-se o desastre de Tânger, em 1437, com a derrota portuguesa. Segue-se um conquista de uma série de praças: Alcácer Ceguer, Arzila, Tânger, Azamor, Safim, Mazagão.
Ainda durante o reinado de D. João, e sob comando do Infante D. Henrique dá-se o redescobrimento da Madeira, uma expedição às Canárias em 1424 e o descobrimento dos Açores.
O redescobrimento da Madeira dá-se em 1419/20. Em 1419 a ilha de Porto Santo foi redescoberta por João Gonçalves Zarco e em 1420 a ilha da Madeira por Tristão Vaz Teixeira. Trata-se de um redescobrimento porque já havia conhecimento da existência das ilhas da Madeira no século XIV. Isso é-nos revelado na cartografia do século XIV. Em 1424 inicia-se a colonização da Madeira.
Em 1427, inicia-se o descobrimento do arquipélago dos Açores. Nesse ano é descoberto o grupo oriental dos Açores (S. Miguel e Santa Maria). Segue-se o descobrimento do grupo central (Terceira, Graciosa, S. Jorge, Pico e Faial). Em 1452 o grupo ocidental (Flores e Corvo) é descoberto por João de Teive.
Na regência de D. Duarte, Gil Eanes dobra o Cabo Bojador em 1434. A partir daqui, o Infante D. Henrique promove o descobrimento da costa africana, por sua própria iniciativa, sem intervenção da coroa, até 1460.
Já na regência de D. Afonso V, em 1441 Nuno Tristão chega ao Cabo Branco, em 1443 a Arguim e em 1444 à Terra dos Negros.
Em 1444, Dinis Dias descobre Cabo Verde e segue-se a ocupação das ilhas ainda no século XV, povoamento este que se prolongou até ao século XIX.
Em 1445, António Fernandos chega a Cabo dos Mastos.
Em 1460, Pero de Sintra atinge a Serra Leoa. Neste mesmo ano falece o Infante D. Henrique.
A missão antes comandada pelo Infante D. Henrique vai parar às mãos do Infante D. Fernando. Em 1469, D. Afonso V entrega esta missão a um mercador da cidade de Lisboa, Fernão Gomes.
Em 1471, inicia-se o descobrimento do arquipélago de S. Tomé e Príncipe. Em 21 de Dezembro de 1474, João de Santarém descobre a ilha de S. Tomé. Pero Escobar descobre a 17 de Janeiro de 1475 a ilha de Príncipe. A ilha de Ano Bom é descoberta já no reinado de D. João II, em 1 de Janeiro de 1405, hipoteticamente por Diogo Cão.
Em 1472, Gaspar Corte Real descobre Terra Nova, e em 1473 Lopes Gonçalves ultrapassou o Equador.
Desde 1474/75 o príncipe D. João, futuro rei, fica responsável pela tarefa dos descobrimentos. Este sobe ao trono em 1482.Nesse mesmo ano organiza a primeira viagem de Diogo Cão. Este faz o reconhecimento de toda a costa até à região do Padrão de Santo Agostinho. Em 1485, Diogo Cão, leva a cabo uma segunda viagem estendendo-se até à Serra Parda.
Em 1487, Bartolomeu Dias, comandando uma expedição com três caravelas, atinge o Cabo da Boa Esperança.
Face à chegada de Cristóvão Colombo, em 1492 à América, segue-se a promulgação de três bulas papais - as Bulas Alexandrinas - que concediam ao reino de Espanha o domínio dessas terras.
Será esta decisão de Alexandre II que irá vingar. Face a isso, D. João II consegue uma renegociação, mas só entre os dois estados, sem a intervenção do papa. Assim, em 1494 é assinado o Tratado de Tordesilhas: o Mundo é dividido em duas áreas de exploração: a portuguesa e a espanhola. O mundo seria dividido em função de um semi-meridiano que deveria passar a 370 léguas de Cabo Verde - "mare clausum".
No reinado de D. Manuel I, parte do Restelo, a 8 de Junho de 1497, a armada chefiada por Vasco da Gama. Tratava-se de uma expedição composto por três embarcações. É a partir da viagem de Vasco da Gama que se introduzem as naus. A 9 de Maio de 1498 Vasco da Gama chega a Calecut.
Em 1500, parte a segunda expedição para a Índia comandada por Pedro Álvares Cabral. Era uma expedição composta por três embarcações. Só que Pedro Álvares Cabral, por alturas de Cabo Verde, desvia-se da rota e em Abril de 1500 chega a uma terra denominada de Vera Cruz, mais tarde Brasil - face à abundante existência de madeira pau-brasil. Face a este desvio, Pedro Álvares Cabral chega a Calecut em 1501. Face a alguns confrontos com o Samorim , Pedro Álvares Cabral acaba por romper as relações com o Samorim. Assim, dirige-se para Sul e estabelece uma feitoria em Cochim.
Ainda durante o reinado de D. Manuel organiza-se uma terceira armada à Índia, comandada por João da Nova.
Em 1501, envia-se a segunda armada para o Brasil.
Em 1514, Jorge Álvares atinge a China.
No reinado de D. João III (1521-1557) a partir de 1534 inicia-se a colonização do Brasil com a criação das primeiras capitanias.
Em 1557 os portugueses estabelecem-se em Macau.
Assim findou a grande época de descobertas portuguesas. Segue-se uma exploração económica com principal incidência na Rota do Cabo, que ligava Portugal à Índia e a exploração do pau-brasil, açúcar, ouro, metais preciosos, tabaco, cacau e café no Brasil.
Este foi o grande império colonial português na Idade Moderna.
Capitulos Geografia de Portugal
2/13/2009
Em 1989....
2/06/2009
Assembeleia de 1933
A Constituição de 1933, embora formalmente estabelecesse um compromisso entre um estado democrático e um estado autoritário, permitiu que a praxis política conduzisse à rápida prevalência deste último.
Os direitos e garantias individuais dos cidadãos previstos na Constituição, designadamente a liberdade de expressão, reunião e associação, serão regulados por "leis especiais".
A primeira Assembleia Nacional foi eleita em 1934 por sufrágio directo dos cidadãos maiores de 21 anos ou emancipados. Os analfabetos só podiam votar se pagassem impostos não inferiores a 100$00 e as mulheres eram admitidas a votar se possuidoras de curso especial, secundário ou superior. O direito de voto às mulheres já fora expressamente reconhecido pelo decreto 19.894 de 1931, embora com condições mais restritas que as previstas para os homens.
A capacidade eleitoral passiva determinava que podiam ser eleitos os eleitores que soubessem ler e escrever e que não estivessem sujeitos às inelegibilidade previstas na lei, onde se excluíam os "presos por delitos políticos" e "os que professem ideias contrárias à existência de Portugal como Estado independente, à disciplina social.... É na I Legislatura da Assembleia Nacional que encontramos, pela primeira vez, três mulheres Deputadas.
A Assembleia Nacional, prevista nesta Constituição, tinha estrutura monocameralista. Existia também a Câmara Corporativa, que era um órgão de consulta, embora, de facto, se tivesse transformado num importante centro de grupos de pressão, representando interesses locais e socio-económicos.
Na versão original do texto constitucional, o poder legislativo é atribuído exclusivamente à Assembleia Nacional, embora essa actividade legislativa se devesse restringir à aprovação das bases gerais dos regimes jurídicos, permitindo-se que o governo legislasse no uso de autorizações legislativas ou "nos casos de urgência e necessidade pública", devendo, neste caso, o governo apresentar o decreto-lei à Assembleia, para ratificação, nas cinco primeiras sessões após a sua publicação.
As sucessivas revisões constitucionais haveriam de subverter o primado de jure da competência legislativa do Parlamento que, de facto, nunca teve e que culminou na revisão de 1945, em que o governo passou a ter competência para legislar através de decretos-leis também fora dos casos de urgência e de necessidade pública.
O instituto da ratificação (direito da Assembleia alterar legislação produzida pelo Governo) já tinha sido mitigado na revisão constitucional de 1935, sujeitando-se à fiscalização apenas os decretos-leis publicados durante a sessão legislativa, aparecendo na última revisão da Constituição em 1971 uma figura processual semelhante à ratificação tácita, no caso de não ser requerida pelos Deputados.
A reserva absoluta de competência legislativa é substancialmente alargada na revisão constitucional de 1971, embora sempre através de bases gerais a desenvolver pelo Governo.
O direito de iniciativa legislativa pertencia, indistintamente, aos Deputados (limitado, depois da 1ª revisão constitucional, a projectos que não viessem a envolver aumento de despesa ou diminuição das receitas), e ao Governo, excepto as iniciativas de lei de matérias referentes ao ultramar, as quais, depois da última revisão constitucional, passam para a competência exclusiva do Governo.
Depois desta revisão é mesmo reconhecida ao Presidente do Conselho a intervenção na fixação da agenda dos trabalhos parlamentares.
O período da legislatura é fixado em quatro anos e a sessão legislativa começou por ter uma duração de três meses improrrogáveis, para se fixar, com a revisão constitucional de 1971, em três meses e meio, divididos em dois períodos, podendo o Presidente da República convocar extraordinariamente a Assembleia ou adiar as suas sessões.
O parlamento do Estado Novo pode ser dissolvido pelo Presidente da República sempre que este o entender e "assim o exigirem os interesses superiores da Nação"- é a fórmula constitucional adoptada - bastando-lhe ouvir o Conselho de Estado.
É o Presidente da República que dá à Assembleia Nacional poderes constituintes para esta proceder às revisões constitucionais, podendo inclusive indicar as matérias a rever, "quando o bem público imperiosamente o exigir".
É também ao Chefe de Estado que compete em exclusivo a nomeação, exoneração e mesmo o acompanhamento político da actividade do Governo, não tendo a Assembleia quaisquer competências constitucionais nestas matérias, na medida em que os ministros respondem politicamente perante o Presidente do Conselho e este responde apenas perante o Presidente da República.
A Assembleia Nacional reuniria pela última vez, sem crerem, na manhã de 25 de Abril de 1974, data do derrube do Estado Novo pelo Movimento das Forças Armadas.
O partido único durante o Estado Novo
O partido político único é designado por União Nacional. Foram ilegalizados os partidos e associações políticas que se opunham ao regime. O regime político, constitucionalizado em 1933, vai clarificando, progressivamente, a opção por um sistema de concentração de poderes no Presidente do Conselho de Ministros. Na sequência da candidatura do General Humberto Delgado à Presidência da República, em 1958, que mobilizou o apoio de todos os sectores da oposição, Oliveira Salazar viria a anunciar uma revisão constitucional em que aquela eleição deixaria de ser feita por sufrágio directo para passar a fazer-se por um colégio eleitoral, de forma a impedir a eventualidade da eleição de um Presidente da República que não perfilhasse a ideologia do regime.
As dificuldades do regime vinham sendo agravadas com o problema colonial, sobretudo desde 1961, tendo o serviço militar obrigatório sido progressivamente alargado para um mínimo de dois anos de permanência na guerra nas colónias africanas.
Em Setembro de 1968 morre Salazar e é nomeado Marcello Caetano para a Presidência do Conselho de Ministros, passando o partido único a ser designado por Acção Nacional Popular.
Nas eleições de 1969 para a Assembleia Nacional, Marcello Caetano pretende revitalizar a Acção Nacional Popular e ensaiar uma relativa mudança no regime, permitindo a concorrência de comissões eleitorais da oposição, sem contudo autorizar a constituição de partidos, nem actualizar os cadernos eleitorais e restringindo a campanha eleitoral apenas a um mês antes das eleições. Nas listas do partido único foram incluídas algumas personalidades independentes que viriam a enquadrar a chamada "ala liberal" da Assembleia Nacional. Estas iniciativas evidenciaram a rigidez do regime e a sua incapacidade de abertura e renovação. Muitos dos deputados que haviam integrado a "ala liberal" acabariam por renunciar aos seus mandatos, designadamente após a revisão constitucional de 1971 onde foi gorada qualquer possibilidade de introduzir alterações aos princípios constitucionais de concentração de poderes no Presidente do Conselho de Ministros e no Presidente da República.
Em 25 de Abril de 1974 o Movimento das Forças Armadas, com imediata e vastíssima adesão popular, punha fim ao regime do Estado Novo que dominara o país durante quase meio século.
A Política de Salazar
Esta organização tinha seu cargo a protecção do regime contra qualquer ameaça interna ou externa, e, para isso, perseguia, prendia e torturava os seus opositores: políticos, estudantes, operários, artistas, simples cidadãos que fossem acusados de conspirar contra o regime.
A PIDE era um instrumento político repressivo que servia para semear uma atmosfera de medo e desconfiança na população, que vivia no obscurantismo e na desinformação.
Esta polícia ficou conhecida por ter causado a morte a vários antifascistas, quer através de torturas, quer através do "simples" assassinato. A tortura era uma prática corrente para a PIDE. As mais comuns eram a tortura do sono e a da estátua (o preso tinha que ficar de pé, imóvel, durante horas e horas seguidas).
A ditadura de Salazar
Desde a instauração da República, em 1910, que Portugal vivia uma época de conturbações políticas, económicas e sociais, com as quedas de sucessivos governos e uma situação financeira periclitante, agravada com a participação na 1ª guerra mundial.
Havia uma grande instabilidade no país que propiciou o derrube do regime democrático-parlamentar e a instauração de uma ditadura militar com o golpe de 28 de Maio de 1926, chefiado por Gomes da Costa.
A partir de 1928, entra na cena política António de Oliveira Salazar, como ministro das finanças. Com uma política de austeridade, Salazar consegue equilibrar a balança económico-financeira do país e construir uma imagem de homem de estado forte. Essa imagem e a sua influência têm peso para a aprovação da nova Constituição, que instauraria o regime do Estado Novo.
A Constituição de 1933 vem dar força a um regime autoritário que proíbe os partidos políticos e as greves, estabelece a censura e cria polícia política. Esta polícia foi primeiramente chamada de PIDE e depois, em 1945, passa a ter o nome de PIDE
Estas medidas serviram para criar um estado repressivo, que dominava pelo medo e pela ignorância. Para esta situação ajudavam também as más condições de vida de grande parte da população e as elevadas taxas de analfabetismo. Era mais fácil para Salazar dominar uma sociedade pobre e sem cultura.
Porém a oposição também fazia ouvir a sua voz, em vários momentos, abalando o regime. Como nas eleições de 1958 e a candidatura do General Humberto Delgado, como no assalto ao paquete Santa Maria, como nas greves académicas de 1962 e 69.
Em 1968, Marcelo Caetano substitui Salazar, que se encontrava gravemente doente. Apesar das aparências de uma certa liberalização, que ficou conhecida como "primavera marcelista", as estruturas salazaristas mantinham-se iguais. Continuava a censura - agora chamada exame prévio, a PIDE - agora chamada DGS, e a guerra colonial.
A interminável guerra colonial foi em grande parte o motivo que levou à queda do regime. O descontentamento popular que provocava, alastra aos militares que combatiam em Angola, Guiné e Moçambique. Foram as forças armadas que se rebelaram contra o regime e fizeram a revolução do 25 de Abril.
António Oliveira Salazar


A sua educação foi fortemente marcada pelo Catolicismo, chegando mesmo a frequentar um seminário. Mais tarde estudou na Universidade de Coimbra, onde veio a ser docente de Economia Política.
Ainda durante a 1ª República, Salazar iniciou a sua carreira política como deputado católico para o Parlamento Republicano em 1921.
Já em plena Ditadura Militar, Salazar foi nomeado para Ministro das Finanças, cargo que exerceu apenas por quatro dias, devido a não lhe terem sido delegados todos os poderes que exigia. Quando Oscar Carmona chegou a Presidente da República, Salazar regressou à pasta das Finanças, com todas as condições exigidas (supervisionar as despesas de todos os Ministérios do governo).
Apesar da severidade do regime que impôs, publicou em 14 de Maio de 1928 a Reforma Orçamental, contribuindo para que o ano económico de 1928-1929 registasse um saldo positivo, o que lhe granjeou prestígio.
O sucesso obtido na pasta das Finanças tornou-o, em 1932, chefe de governo. Em 1933, com a aprovação da nova Constituição, formou-se o Estado Novo, um regime autoritário semelhante ao Fascismo de Benito Mussolini.
As graves perturbações verificadas nos anos 20 e 30 nos países da Europa Ocidental levaram Salazar a adoptar severas medidas repressivas contra os que ousavam discordar da orientação do Estado Novo.
Ao nível das relações internacionais, conseguiu assegurar a neutralidade de Portugal na Guerra Civil de Espanha e na II Guerra Mundial.
O declínio do império salazarista acelerou-se a partir de 1961, a par do surto de emigração e de um crescimento capitalista de díficil controlo. É afastado do governo em 1968 por motivo de doença, sendo substituído por Marcello Caetano. Acabaria por falecer em Lisboa, a 27 de Julho de 1970.
O seu pensamento encontra-se compilado nos "Discursos e Notas Políticas (1935 - 1967)".





